
Uso as pessoas como se fossem minhas. Sem dó, nem piedade. Se até hoje não se rebelaram, foi porque se deixam levar. Se acomodam. Ponho meu all star sujo porque esse é meu estilo. Eu não me importo. Realmente não. Não me alieno. Não deixo que o façam. Tudo que aconteceu, que eu mesma fiz, não me arrependo. Nem deveria. Não me desaponto fácil. Sigo algumas regras, mas é claro que adoro esquecê-las, errar faz parte, melhor ainda se for de propósito. “Tudo que acontece em nossa vida, nada é por acaso”. Pode até ser, mas o acaso nós mesmos é quem fazemos, então ele nada mais é que uma boa e espetacular mentira. Uma verdade inventada. É, a mentira... Faz parte da vida, pensando bem. Eu ainda as detesto. Mas é claro que as tomo pra mim de vez em quando. Faz parte. Faz falta. Meu coração está extremamente apaixonado, e por alguém que não deveria, mas eu não ligo. Eu não me importo. Me entreguei, claro, meu coração que manda. Ele me guia. Não deveria, mas... Faz parte. Sabe quando tudo parece quarta-feira, dia chato, aquele tédio, um sol que não te larga, e você tendo que sorrir? Desista. Desbanque a si próprio. Desafie a vida e as escolhas. Não as suas, mas as que teimam em fazer por você. Critique o medo, as suas teorias, reinvente tudo. Crie a espontaneidade, amenize o humor, e eletrifique o coração. Ele faz sentido, ele trás dor, mas só ele tem força, coragem, e autonomia própria. Utilize seu poder, sua vida. Qualquer um pode gostar de você, é só ter razões pra isso. Instigue aquele gosto de quero mais, e tudo será seu. Desajuste a sua razão, desligue o relógio. Tudo pode ser como quiser. E será. A vida é um livro em branco, e estará aberto para suas criações sempre. Seus sonhos são sua felicidade breve, e sua essência tem haver com diferença. Atitude.